Mostrando postagens com marcador análise do comportamento aplicada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador análise do comportamento aplicada. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Novos caminhos


Rumo a novas experiencias...


Um metodo de muita eficacia utilizado
com autista é o ABA.

Em ingles, Analise Comportamental Aplicada.


Encaminhei um email ontem aos meus amigos terapeutas que trabalham com Samuel
e espero poder trabalhar nessa linha com meu Guga.



Veja esse depoimento da querida Andréia:

" A parte da psicologia que, de fato, pode ajudar uma criança autista é a comportamental. Mais especificamente, análise do comportamento (a sigla é ABA).
A ideia – bem resumidamente falando – é identificar comportamentos “complicados” e, através do reforço positivo, ir mudando isso na criança, e ensinando os comportamentos mais adequados.
Por exemplo: o Theo, meu filho, quando foi diagnosticado, mal olhava nos olhos das pessoas, não olhava quando era chamado pelo nome e nem seguia instruções verbais. Esse tipo de comportamento melhorou muito com o ABA. Ele ainda tem muito o que melhorar nesse aspecto, mas já andamos um bom caminho.
Entre os profissionais que aplicam ABA no Brasil, há os mais radicais/rígidos e os mais “soft”. Minha tendência é estar do lado dos “soft”. Te explico o porquê.
Os mais radicais acham que todo comportamento considerado “incomum” ou “inadequado” deve ser bloqueado. Então, se o autista balança as mãozinhas, ou pula quando fica muito feliz, a tendência dessas pessoas é tentar bloquear esse comportamento e ensinar formas de manifestação mais “aceitáveis socialmente”. Ok.
Aí, entra a parte em que eu discordo. No meu ponto de vista, ensinar comportamentos que são importantes para a sobrevivência e vida em sociedade – como se comunicar de maneira própria e olhar nos olhos das pessoas – é essencial. Isso vai assegurar a independência do meu filho. O resto é frufru. Se ele fica feliz e dá pulinhos, não está ofendendo ninguém. Se alguma pessoa acha isso ridículo e inadequado, problema dela.
Acredito em bloquear (ou redirecionar) comportamentos inadequados quando se trata de auto agressão ou de agressão a outras pessoas. Quanto ao resto, meu papel é ensinar às pessoas “normais” que há várias formas de demonstrar tristeza, alegria e ansiedade. Algumas pessoas ansiosas fumam. Outras comem. Outras se balançam. E por aí vai."


Nesse endereço ela ainda disponibiliza a apostila.

http://pt.scribd.com/doc/32334159/Manual-ABA

Tudo de bom!

Boa sorte pra gente!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Iniciando a T.O.

Hoje, finalmente, depois de três meses,
Samuel teve sua primeira sessão oficial de T.O.
Deixei ele entrar na sala com a babá e com Mell e fiquei do lado de fora.
Inicialmente parecia tudo bem, cinco minutos depois ele não parava de chorar.
Relutei mas acabei entrando.
Aí pronto, ele se gruda em mim e não quer mais interação com ninguém.

Fiquei ali olhando meu filho, se recusando a participar
a Terapeuta fazendo de tudo pra chamar a atenção dele
e a minha vontade era só de chorar.

Ai quando vimos que não iria mais render começamos a conversar.
A Terapeuta Vilma, sempre muito prestativa,
me falou que Samuel seria realmente o primeiro caso de autismo dela,
disse que se formou em 2005 e que sua prática é mesmo com pacientes adultos.

Mas como não posso só me chatear e não fazer nada,
falei com ela sobre o programa ABA,
passei os contatos da Prof. Rita da AMA - Associação Amigo dos Autista de Salvador-BA
e ela se prontificou a ligar e procurar saber como seria esse trabalho de T.O.

Ai meu Deus, me ajude!
Ilumine esses profissionais, que estão tão empenhados,
ajude esses terapeutas que estão no caminho de meu filho, Senhor!

Pra completar, estou sem PC e uso o note de Sandro nas carreiras....
Quero esperar passar o carnaval pra finalmente poder me encontrar com a Prof. Rita da AMA
ele ficou de me orientar e coisa e tal.

Uma coisa está me encabulando: Samuel estava indo tão bem na semana passada,
tudo q passou o ultimo aniversario que fomos
e os muitos doces que ele comeu, percebi que ele ficou mais agitado.
Vou procurar saber se isso interfere em alguma coisa.

Ainda bem que nas horas que mais preciso
sempre encontro uma palavra de Deus pra me consolar.
Uma que recebi logo que cheguei inconsolável em casa foi essa:


Preciso reacender a minha fé.
E se é mesmo pelo tamanho da luta que podemos medir nossa vitória
só de digo uma coisa:
Minha Vitória será ENOOOORME!